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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Bazinga!


"Não deverias ficar triste por seres estúpida. Eu fico triste... mas é porque as outras pessoas são estúpidas."



Petrvs

domingo, 29 de agosto de 2010

Patriotismo


Portugal é uma merda e o patriotismo é uma estupidez.





Petrvs

sábado, 28 de agosto de 2010

Pois é... futebol

Discussão nos comentários do post anterior:
Tenho pena em não saber quem é...


Anónimo: Eu prefiro dizer, futebol a coisa mais inteligente do mundo.
Tu não ganhas nada a estar aqui a escrever isso mas eles ganham milhões por ano por jogarem futebol.
Se calhar precisavas de levar assim com uma bola a ver se ganhas inteligência.


Petrvs: Porque raio haveria do futebol ser a coisa mais inteligente do mundo? Será que o QI nas pernas também conta?
Eles ganham milhões e milhões porque o povo é ignorante e acorda em lhes pagar esses balúrdios excessivos. Qual é o propósito do futebol em termos evolutivos? Nenhum, eles não têm conhecimentos, não trabalham em prol da humanidade nem em prol da sociedade. Alimentam-se dela, sugam o seu dinheiro em troca de injecções de estupidez. Não é o vencimento deles que os torna mais inteligentes, esse argumento foi deveras ilógico.
Não entendi a última frase visto ser muito difícil uma bola atingir-me o cérebro numa área extremamente exacta de modo a alterar-me as funções cognitivas. Seria mais provável ficar mais inteligente sendo baleado do que levar com uma bola de futebol.
Coisas que jogadores de futebol não saberiam...


Anónimo: Lá está, eles aproveitam-se do dinheiro de quem paga por isso. Nesse ponto de vista são inteligentes.
Coisas que pessoas normais entendem.
Uma pergunta, achas-te inteligente?


Petrvs: Inteligentes porquê?
Não foram os jogadores que tiveram a ideia de sugar dinheiro tornando o futebol um negócio multi-milionário, é alguém que suga por eles. Um rapaz que queira jogar futebol nos dias de hoje, abdica de estudos, de ler, de procurar cultura. Acaba por se tornar num ignorante que nada mais faz se não dar uns pontapés na bola.
Se achas que o dinheiro significa inteligência, ok. Eu acho que inteligência, objectivos e expectativas passam além de dinheiro até porque, se reparares, raros são os grandes génios que tinham grandes vencimentos. Por exemplo, o Sócrates, filosofo grego, era um pobre que andava descalço pelos campos da antiga Grécia debatendo com as pessoas que encontrava. Foi assim que começaram os ensinamentos dele visando a ironia e maiêutica.
Acho.


Anónimo: Que eu saiba, quem ganha mais dinheiro são os jogadores e não aqueles que o sugam por ele.
Eu não disse que o dinheiro significava inteligência, mas tudo bem, não tenho culpa que não percebesses o que quis dizer.
Culto ou Inteligente são coisas diferentes. Claro que uma pessoa inteligente costuma ser mais culta. Saber cultura é ter conhecimento e ser inteligente é ter mais capacidade de concentração, raciocínio, etc. para adquirir conhecimento. Mas te garanto que há jogadores de futebol mais inteligentes do que tu e do que eu.
Aliás as pessoas mais ignorantes costumam ser aquelas que acham que só o seu ponto de vista é o correcto.
A filosofia não é, na minha opinião, das principais fontes de conhecimento. Prefiro as ciências exactas, essas conseguem trazem uma verdade ou não. Não costuma haver subjectividade.


Petrvs: Mas no início não era. Os jogadores de futebol eram como os gladiadores dos tempos antigos pois batalhavam e quem tirava proveito dessas batalhas eram os poderosos.
Eu não disse que tu disseste que dinheiro significa inteligência, deduzi isso de uma forma irónica, "não tenho culpa que não percebesses o que quis dizer".
Eu não disse que culto e inteligente são coisas iguais, apenas relacionei uma com a outra. Uma pessoa inteligente não se deixa morrer inculta, são viciados no saber, nem muito menos deixaria de reproduzir as suas capacidades. A inteligência reproduz-se em quantidade, daí vem a prática e a aprendizagem, não deixando ser a inteligência totalmente genética. Por muito que um jogador de futebol reúna uma boa herança genética em termos cognitivos, ele deixa de desenvolver a inteligência muito cedo para se dedicar ao futebol. Daí a inteligência desaparecer para as pernas, como disse uns comentários acima, pois a inteligência também se perde como é também no caso de doenças graves.
O facto de dizeres que me garantes que há jogadores mais inteligentes que eu ou tu não o torna verdadeiro, é um argumento falacioso.
Eu não disse que a filosofia é das principais fontes de conhecimento, eu estudei ciências apesar de ir para um curso de artes.



Pois é... futebol


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Futebol, a coisa mais ignorante do mundo.


Uma vez era pequenino e jogava futebol... depois cresci e ganhei inteligência.





Petrvs

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Teoria dos Tolos II

Este texto exige uma explicação e enquadramento histórico antes de ser lido.
No início do 11º ano, tinha eu 16 anos, estava farto de perseguições provenientes de uma professora de filosofia loira, realmente loira e metafórica-mente loira. Era Loira. Depois de atitudes como ler os meus textos de 10º ano noutras turmas sem a minha permissão ou notificação, indignei-me e escrevi este texto que vou enquadrando, caso necessário, com frases entre parênteses.
Entreguei o texto à professora que me foi entregue passado umas duas semanas sem uma única palavra.
Atenção, pois, como se compreende, era muito novo e a escrita ainda era um pouco arcaica assim como a sua estruturação.



Verdade Inconveniente

Quando descobri a verdadeira filosofia fiquei fascinado, aquilo era uma procura minha. Antes de sequer saber o que era filosofia, no sentido convencional da palavra, já filosofava, já debatia ideias e já argumentava racionalmente os meus pontos de vista. Perdi muitos debates mas ganhei muito conhecimento e técnica para contrapor ideias. Sempre fui curioso sendo o meu maior objectivo atingir a sabedoria máxima sem perder a minha originalidade, a minha criatividade, a minha inteligência.
Aprendi filosofia sem saber. Aprendi filosofia falando com pessoas de cidades, países, mundos e universos diferentes. Li muito sobre os temas que mais me me intrigavam fazendo as minhas próprias interpretações do meu redor.
Soube do conceito de filosofia numa conversa com o amigo e mal soube que ia ter uma disciplina chamada de tal na escola, fiquei ansioso, porém os meus amigos filósofos alertaram-me para o sentido deturpado da filosofia na escola.
Cheguei à escola, no 10º ano, com 15 anos e, quando tive "filosofia" fui varrido por um turbilhão de ideias do que aquilo poderia ser. Passado algum tempo, a ouvir a professora, fiquei aborrecido. Que raio tem a ver isto com filosofia questionava eu afirmando que aquilo era um marranço na filosofia, um estudo da história dos filósofos, uma decepção.
(Depois de ler o texto, numa aula, aquela besta deu-me razão neste ponto dizendo que a matéria seria mais maçuda pois tinha mais a ver com a história da filosofia.)
Apesar de prestar atenção algumas vezes, até porque é muito difícil estar numa aula e não ouvir nada, detestava aquilo.
Obtive boa nota no primeiro teste. Pudera! Aquilo era tão rudimentar e arcaico. No entanto, mesmo com tudo certo e com um texto final de que ainda me orgulho, a professora conseguiu-me tirar 3 valores. Porquê? Porque é que a professora prejudica os alunos ao invés de ajudar? O máximo que dá é 16 ou 17 porém a escala é até 20. Esqueceu-se disso? Nos testes, parece-me que um critério de avaliação é se o aluno faz a questão e, se fizer, tira-lhe pontos.
(Isto porque, como já disse, obtive 17 no primeiro teste tendo tudo correcto. Este troglodita, durante todo o tempo em que a acompanhei e em todos os alunos, o máximo que dava era nota 17 valores quer em testes, quer em trabalhos. Nunca entendi... Devem ser dilemas filosóficos da menopausa...)
Ao longo dos tempos, cada vez mais me fui aborrecendo e ainda não percebi, nem nunca irei perceber, para que é que esta porcaria serve. Como a professora dizia no início do 10 ºano: "Que é que isto contribui para a minha felicidade?"
(A cavalgadura, quando começou a explicar o que era filosofia no 10º ano, dizia que adorava o contexto real da disciplina porque podia perguntar em todos os temas, "o que é que isso contribui para a minha felicidade?")
Sempre detestei o ensino, desde a 1ª classe em que aprendia mais rápido que os outros e depois desanimava por ouvir sempre o mesmo até os outros perceberem. O ensino destruiu a filosofia! Um sistema que tenta retirar a inteligência, que apoia a estupidez e o conformismo, destruiu a filosofia!
Nesta disciplina intitulada de "filosofia", tira boas notas quem decora as ideias já criadas pelos outros, aqueles que perante o novo ficariam imóveis. Os filósofos, curiosos com o desconhecido, tiram 14 e 15 a filosofia enquanto que os marrões obtêm 17. É frustrante o ensino ser tão perverso assim.
"Filosofia" na escola, vai contra o meu objectivo primordial. Dá-me conhecimento, como tudo, mas retira-me a originalidade. Ensina-me regras parvas para escrever, ensina-me opiniões decadentes de filósofos escolhidos a dedo para nos conformar as ideias. Com isto, creio que fiquei mais estúpido.
Lembro um filósofo, muito pouco conhecido mas um Filósofo, que, quando acabou o curso, festejou. Festejou afirmando que foi das poucas pessoas a terminar o curso não ficando menos original. No entanto, acho mais brilhantes os seus textos antes de se formar, as suas ideias eram mais criativas, mais duras e cruas e ele trocou isso por um texto bem estruturado mas mais desprovido de significado.
A professora pode dizer que estou num nível superior agora mas eu penso que estaria mais inteligente, verdadeiramente inteligente se nunca tivesse olhado para o manual da disciplina.
Detesto falar alto e para muita gente, o que digo, o que faço é restrito para as pessoas que eu quero que ouçam e mais ninguém tem nada a ver com isso. O que escrevo, por exemplo, na música, é apenas para uma elite de pessoas que consegue compreender. Eu gosto é de escrever assim... misticamente... Na disciplina sou obrigado a escrever claramente, basicamente, como se estivesse a escrever para pessoas menos dotadas. Filosofia, pelo menos a minha, é só para alguns, só para as pessoas que quero e não para as cabras que são guiadas pelos "morangos com açucar" e, curiosamente, são essas cabras que tiram boas notas.
Chego atrasado a todas as aulas das 8:20. É compreensível visto que venho de longe, tenho duas irmãs e não conduzo. Contudo, apanho sempre falta a filosofia. Será isto mais um dilema filosófico? Chego tarde e como os outros chegam a tempo não devemos ser igualmente tratados? Tretas! O mais bonito é que não falto para ir vadiar, faltar por querer ir para o circo. O meu pai sabe que chego atrasado e levo falta, logo ele vai justificar certamente. Então porque marca falta? Só me faz perder tempo de estudo ou de brincadeira a justificar faltas. Mias falia justificar as faltas de sexta (quando eu tinha filosofia às 8:20) para o ano inteiro porque eu não vou conseguir chegar cedo. A professora sabe-o mas prefere ser mesquinha e chatear-me.
Trabalhos, trabalhos e mais trabalhos... Para quê tanta porcaria? Mais uma vez, "que é que isto contribui para a minha felicidade"? A minha vida é só esta disciplina intitulada de filosofia? Agora a professora diz que aluno x ou y faz e eu digo que aluno x ou y não tem vida e, provavelmente, têm o crânio do tamanho do crânio de um mosquito!
Perder tempo da minha vida, da minha preciosa vida, a fazer uma coisa desprovida de significado, sem valor, sem diversão. Cronus não perdoa!
O que é a filosofia? Quem é o filósofo? Ao nos mandar fazer estas porcarias, a professora esquece estas perguntas primordias.. O filósofo é aquele que marra que nem um copista, que não sabe fazer nada de novo e nada próprio e apenas sabe opiniões e argumentos decorados?
Olho para si, o que vejo? Qual é o seu maior medo?
O seu maior medo é...


Escrito por: Petrvs - 2008/2009

terça-feira, 17 de agosto de 2010

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Porque não deixa de ter piada.

Teoria dos Tolos I

Uma caixa preta, uma ilusão colorida, um sonho, uma miragem...



A sociedade:

Ao longo dos anos, dos séculos, do tempo, a inteligência da humanidade tem-se degradado de uma forma anormal e excessiva. Nos dias de hoje, a humanidade acrítica restringe-se ao óbvio e ao fácil. É tudo tão simples quando não há discordância, é tão mais fácil quando somos robôs, marionetas da sociedade. Quando pertencemos ao rebanho e somos guiados por um pastor que usa da sua força para nos obrigar a tais acções patéticas é tudo tão pouco vivido. Tal como um cão está para um pastor, o preconceito, a ignorância está para quem nos guia no sociedade contemporânea.

Já não há rebeldes, verdadeiros rebeldes. O sentido desta palavra tem-se deturpado com esta sociedade doente com que vivemos. Os rebeldes, no tempo da inteligência, foram aqueles grandes pensadores como Nietzsche, Osho e até mesmo Gandhi. Pessoas revolucionárias, pessoas com qi grande que vincularam as suas ideias como fieis cães. Um rebelde dos tempos que correm é, geralmente um jovem estúpido, com necessidade de atenção que infligindo dor física, roubando, negando todos os princípios que a ele lhe são incutidos, mesmo que esses sejam os correctos logicamente e racionalmente, nega-os por pura necessidade de negação mostrando-se crítico acríticamente, mostrando-se superior de uma forma seguindo as normas inversas à teoria de Charles Darwin. É preciso negar para mostrarmos a nossa razão e os nossos diferentes pontos de vista como também é preciso saber concordar quando a razão assim o dita. É assim que aprendemos, crescemos e conhecemos. Quando se faz algo pelo simples fazer abre-se uma rotina chata, aborrecida e pouco inteligente. Na sociedade de hoje ser criativo é mau. Tudo o que precisamos é nos forçado a entrar pela educação escolar. O sentido de inteligência também foi estropiado. Aquela pessoa inteligente, criativa, crítica e única de acordo consigo própria é agora aquela que tem opiniões e se restringe a decorar aquilo que lhe é oferecido, é a pessoa com boa memória.


A televisão como modelo:

Mas afinal qual é o papel do quarto poder nisto tudo?

A televisão é mais um dos lideres, mais um dos pastores. É incomensurável a influência que tem, consegue mover multidões, consegue mover o mundo, o mundo guiado pela caixa preta.

A televisão educa ou deseduca?

No meu ponto de vista, educa cada vez mais quem é inteligente e deseduca cada vez mais quem carece de inteligência. Vejamos, uma pessoa inteligente é curiosa, procura saber, pensar. Neste caso, canais como o canal história educam, dão-nos grande informação sobre coisas que são na maior parte inacessíveis por uma pessoa vulgar. Tornamo-nos ainda mais cultos e sábios, tornamo-nos ainda mais curiosos e interessantes. Uma pessoa parva procura o fácil, não está para pensar e de acordo com a teoria da evolução, ao não usar o pensamento para o evoluir, não o evolui. Programas como os morangos com açúcar mostram ideias erróneas, ideias que aos poucos se tornam preconceito.

A adolescência é um período da vida do homem marcada por profundas mudanças fisiológicas, psicológicas, afectivas e intelectuais. É também neste período que se dá a formação da futura identidade, a procura do nosso próprio eu. Nesta fase, geralmente, os adolescentes que se restringem ao provável, procuram modelos no meio que os rodeia. Esta faixa etária tem tendência para imitar um conjunto de gestos, comportamentos, movimentos e até formas de falar de certas personagens da televisão como os actores preferidos. Quem realiza as suas primeiras aprendizagens através da observação, experimentação e imitação vai encontrar na televisão um bom meio para aprender. Só que a informação que lhes chega é uma interpretação desta mesma televisão. Sendo assim, os adolescentes vêm esta realidade de forma condicionada. A televisão já aqui demonstra o seu poder, o poder de escolher um modelo padrão para montes de jovens influenciáveis, escolher o futuro das pessoas, escolher o que vai constituir a futura sociedade, as ideias, as mentalidades.


Os dois jovens:

Tenho 16 anos, tenho o qi de 128 e, apesar estar descontente com a televisão dos dias de hoje, vejo até bastante. É só saber escolher, saber procurar, saber usar a inteligência. Sou grande viciado no canal história. Com ele, a minha compreensão aumentou, passei a conhecer bem as diferentes religiões, as diferentes políticas, as diferentes culturas, as diferentes pessoas, passei a conhecer bem o diferente. Mas o que é diferente? Eu sou diferente de tudo o resto, sou eu próprio e, com o conhecimento, passei a conhecer o que me rodeia, o diferente de mim. Não tenho muitos amigos mas aqueles que tenho são realmente amigos, são aqueles que pensam diferente de mim e me ajudam verdadeiramente dizendo-me aquilo que ainda não tinha pensado ajudando-me a entender a paisagem toda. Tenho uma namorada muito diferente de mim, é aquela pessoa que me completa. Somos feitos um para o outro. Em pequeno, via muita televisão porque enquanto que os ensinamentos da minha família, embora tenham sido práticos mas todos um pouco iguais e aborrecidos, a televisão dava-me variedade, dava-me conhecimento que mais ninguém próximo de mim me podia dar. Com o tempo aprendi a criticar o que via, nunca comi algo fácil de induzir. Sou jovem e não sou influenciável. A televisão aumenta-me o conhecimento e a capacidade de compreender, aumenta-me a curiosidade e o desejo de saber, aumenta-me a inteligência. Sou eu próprio e sei usar os instrumentos que tenho a meu favor como a televisão.

Tenho 16 anos, tenho o qi de 90 e sou uma pessoal totalmente normal. Sou obcecado com a televisão e adoro ver programas sobre jovens pois me identifico bastante com eles. Gostava de ser como aquele actor que tem as raparigas todas atrás dele. Aquele que toma drogas e que uma vez roubou o carro ao pai para ir ter com uma das pretendentes. Deve ter sido uma grande adrenalina. Sempre vi televisão a mais, vejo aqueles programas da moda porque assim tenho muitos amigos. Faço parte de um grupo de pessoas que apreciamos os mesmos programas, temos muito em comum, somos mesmo iguais. Parece que fomos feitos uns para os outros. Sempre vi muita televisão, sempre gostei de me identificar e de ser como aquelas pessoas famosas. Não sou único, tento ser igual aquele que aparece na televisão. Se eu gosto dele, mais gente haverá de gostar, se for como ele, mais gente haverá de gostar de mim.


A Geração da Matilha”:

Embora a maior parte dos adolescentes seja influenciável, há um conjunto de pessoas de ideias próprias, ideias alternativas, ideias fortes que se mantém afastado da estupidez que cada vez mais se espalha por este mundo doentio, a “Geração da Matilha”.

Estamos no século que está infectado pelo vírus da padronização, da normalidade acrítica e da resignação.”

Eu, pessoalmente, não entendo o porquê da televisão ter tanto programa pateta enquanto podia ter programas cultos, diferentes, alternativos, programas cujo objectivo fosse mostrar as pessoas que ninguém é igual, ou pelo menos, deveria ser. Se a televisão passasse programas que em vez de reprimirem a inteligência e valorizassem a ignorância fizesse o inverso, talvez a mentalidade das pessoas progredisse e se encontra-se a si mesma. Numa sociedade utópica, encontraríamos personalidades diversas, personagens interessantes, únicas, onde a “geração rebelde” fosse motivo de risada, onde as relações pessoais cujo ideal é o da normalidade fossem inexistentes, onde tudo fosse sentido e vivido, onde a informação dada pela televisão fosse informativa, onde a informação dada pela televisão fosse uma injecção de cultura, uma injecção de inteligência.


Escrito por: Petrvs - Abril de 2009

domingo, 15 de agosto de 2010

Uma imagem, uma palavra.

Publicitei o meu blog a um tipo que eu conheço, através do msn, perguntei-lhe o que achava do blog, o design e os posts. Sinceramente não estava à espera de grande resposta, visto não me interessar grande coisa pela opinião de outros, mas fiquei curioso em saber o que o visitante pensa. Disse-me o paquiderme que "tá fixe" mas que faltam imagens. Perguntei-lhe porque é que faltavam imagens, e após uns vagos "lol ñ sei" e "lol xD" lá me atirou com um dos provérbios mais antigos e irritantes que existem: "Uma imagem vale por mil palavras", seguido de: "assim ñ tinhas k escrvr tanto xD".


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Deixei passar uns cinco minutos de silêncio, luto dos neurónios que pariram essa saída, e respondi-lhe que assim como uma imagem vale por mil palavras, uma palavra frutifera mil imagens. e se em vez dessa imagem pusesse o meu texto, alusivo às mil palavras, isso dava um total de um milhão de imagens, satisfazendo assim a sua sede chanfrada de gráficos.
Portanto não, não vou usar imagens nos meus posts.
Bom Dia.

-Sight

sábado, 14 de agosto de 2010

O Idiota

É uma pessoa comum que como eu e tu anda pela rua, o Idiota não possui uma mentalidade que lhe permite absorver informação e decriptar os detalhes do dia-a-dia. O Idiota é caracterizado não (só) pela incapacidade de se expressar não-erróneamente, mas também pela falta de vontade de tentar perceber o significado das coisas. Tal ideologia irrita-me, é demasiado simplista para eu a aceitar de boa vontade. Felizmente Deus dotou a língua portuguesa de vastos adjectivos que se lhe assentam como uma luva. Mas acho que, para mim, a melhor resposta a dar a uma destas fascinantes criaturas quando nos vemos em situação para tal, é a de rapar os pêlos do cú e oferecer-lhe um cachecol.
Boa Noite.

-Sight

A Vacina da Ignorância

Num mundo repleto de idiotice e ignorância, onde a estupidez é bajulada e a inteligência repudiada pelas massas, deparamo-nos com um segredo, um segredo escondido por todas aquelas corporações cineastas defendidas por esquizofrénicos e filósofos que debatem vigorosamente as parvas teorias da conspiração.
O helicóptero aterra saindo dele todos aqueles seguranças vestidos com aqueles coletes azuis, portando aquelas armas negras assustadoras, novas em folha, que provavelmente nunca ejacularam nenhuma bala em tempo anterior. Sai um senhor com cabelo despenteado e uns óculos de massa totalmente fora de moda, rotulariam os jornalistas sensacionalistas de “cientista chanfrado”.
Ele traz a resposta para os problemas da humanidade.
Nós sabemos a resposta.
É a vacina da ignorância.
Vai tomá-la!


Escrito por: Petrvs