No início do 11º ano, tinha eu 16 anos, estava farto de perseguições provenientes de uma professora de filosofia loira, realmente loira e metafórica-mente loira. Era Loira. Depois de atitudes como ler os meus textos de 10º ano noutras turmas sem a minha permissão ou notificação, indignei-me e escrevi este texto que vou enquadrando, caso necessário, com frases entre parênteses.
Entreguei o texto à professora que me foi entregue passado umas duas semanas sem uma única palavra.
Atenção, pois, como se compreende, era muito novo e a escrita ainda era um pouco arcaica assim como a sua estruturação.
Verdade Inconveniente
Quando descobri a verdadeira filosofia fiquei fascinado, aquilo era uma procura minha. Antes de sequer saber o que era filosofia, no sentido convencional da palavra, já filosofava, já debatia ideias e já argumentava racionalmente os meus pontos de vista. Perdi muitos debates mas ganhei muito conhecimento e técnica para contrapor ideias. Sempre fui curioso sendo o meu maior objectivo atingir a sabedoria máxima sem perder a minha originalidade, a minha criatividade, a minha inteligência.
Aprendi filosofia sem saber. Aprendi filosofia falando com pessoas de cidades, países, mundos e universos diferentes. Li muito sobre os temas que mais me me intrigavam fazendo as minhas próprias interpretações do meu redor.
Soube do conceito de filosofia numa conversa com o amigo e mal soube que ia ter uma disciplina chamada de tal na escola, fiquei ansioso, porém os meus amigos filósofos alertaram-me para o sentido deturpado da filosofia na escola.
Cheguei à escola, no 10º ano, com 15 anos e, quando tive "filosofia" fui varrido por um turbilhão de ideias do que aquilo poderia ser. Passado algum tempo, a ouvir a professora, fiquei aborrecido. Que raio tem a ver isto com filosofia questionava eu afirmando que aquilo era um marranço na filosofia, um estudo da história dos filósofos, uma decepção.
(Depois de ler o texto, numa aula, aquela besta deu-me razão neste ponto dizendo que a matéria seria mais maçuda pois tinha mais a ver com a história da filosofia.)
Apesar de prestar atenção algumas vezes, até porque é muito difícil estar numa aula e não ouvir nada, detestava aquilo.
Obtive boa nota no primeiro teste. Pudera! Aquilo era tão rudimentar e arcaico. No entanto, mesmo com tudo certo e com um texto final de que ainda me orgulho, a professora conseguiu-me tirar 3 valores. Porquê? Porque é que a professora prejudica os alunos ao invés de ajudar? O máximo que dá é 16 ou 17 porém a escala é até 20. Esqueceu-se disso? Nos testes, parece-me que um critério de avaliação é se o aluno faz a questão e, se fizer, tira-lhe pontos.
(Isto porque, como já disse, obtive 17 no primeiro teste tendo tudo correcto. Este troglodita, durante todo o tempo em que a acompanhei e em todos os alunos, o máximo que dava era nota 17 valores quer em testes, quer em trabalhos. Nunca entendi... Devem ser dilemas filosóficos da menopausa...)
Ao longo dos tempos, cada vez mais me fui aborrecendo e ainda não percebi, nem nunca irei perceber, para que é que esta porcaria serve. Como a professora dizia no início do 10 ºano: "Que é que isto contribui para a minha felicidade?"
(A cavalgadura, quando começou a explicar o que era filosofia no 10º ano, dizia que adorava o contexto real da disciplina porque podia perguntar em todos os temas, "o que é que isso contribui para a minha felicidade?")
Sempre detestei o ensino, desde a 1ª classe em que aprendia mais rápido que os outros e depois desanimava por ouvir sempre o mesmo até os outros perceberem. O ensino destruiu a filosofia! Um sistema que tenta retirar a inteligência, que apoia a estupidez e o conformismo, destruiu a filosofia!
Nesta disciplina intitulada de "filosofia", tira boas notas quem decora as ideias já criadas pelos outros, aqueles que perante o novo ficariam imóveis. Os filósofos, curiosos com o desconhecido, tiram 14 e 15 a filosofia enquanto que os marrões obtêm 17. É frustrante o ensino ser tão perverso assim.
"Filosofia" na escola, vai contra o meu objectivo primordial. Dá-me conhecimento, como tudo, mas retira-me a originalidade. Ensina-me regras parvas para escrever, ensina-me opiniões decadentes de filósofos escolhidos a dedo para nos conformar as ideias. Com isto, creio que fiquei mais estúpido.
Lembro um filósofo, muito pouco conhecido mas um Filósofo, que, quando acabou o curso, festejou. Festejou afirmando que foi das poucas pessoas a terminar o curso não ficando menos original. No entanto, acho mais brilhantes os seus textos antes de se formar, as suas ideias eram mais criativas, mais duras e cruas e ele trocou isso por um texto bem estruturado mas mais desprovido de significado.
A professora pode dizer que estou num nível superior agora mas eu penso que estaria mais inteligente, verdadeiramente inteligente se nunca tivesse olhado para o manual da disciplina.
Detesto falar alto e para muita gente, o que digo, o que faço é restrito para as pessoas que eu quero que ouçam e mais ninguém tem nada a ver com isso. O que escrevo, por exemplo, na música, é apenas para uma elite de pessoas que consegue compreender. Eu gosto é de escrever assim... misticamente... Na disciplina sou obrigado a escrever claramente, basicamente, como se estivesse a escrever para pessoas menos dotadas. Filosofia, pelo menos a minha, é só para alguns, só para as pessoas que quero e não para as cabras que são guiadas pelos "morangos com açucar" e, curiosamente, são essas cabras que tiram boas notas.
Chego atrasado a todas as aulas das 8:20. É compreensível visto que venho de longe, tenho duas irmãs e não conduzo. Contudo, apanho sempre falta a filosofia. Será isto mais um dilema filosófico? Chego tarde e como os outros chegam a tempo não devemos ser igualmente tratados? Tretas! O mais bonito é que não falto para ir vadiar, faltar por querer ir para o circo. O meu pai sabe que chego atrasado e levo falta, logo ele vai justificar certamente. Então porque marca falta? Só me faz perder tempo de estudo ou de brincadeira a justificar faltas. Mias falia justificar as faltas de sexta (quando eu tinha filosofia às 8:20) para o ano inteiro porque eu não vou conseguir chegar cedo. A professora sabe-o mas prefere ser mesquinha e chatear-me.
Trabalhos, trabalhos e mais trabalhos... Para quê tanta porcaria? Mais uma vez, "que é que isto contribui para a minha felicidade"? A minha vida é só esta disciplina intitulada de filosofia? Agora a professora diz que aluno x ou y faz e eu digo que aluno x ou y não tem vida e, provavelmente, têm o crânio do tamanho do crânio de um mosquito!
Perder tempo da minha vida, da minha preciosa vida, a fazer uma coisa desprovida de significado, sem valor, sem diversão. Cronus não perdoa!
O que é a filosofia? Quem é o filósofo? Ao nos mandar fazer estas porcarias, a professora esquece estas perguntas primordias.. O filósofo é aquele que marra que nem um copista, que não sabe fazer nada de novo e nada próprio e apenas sabe opiniões e argumentos decorados?
Olho para si, o que vejo? Qual é o seu maior medo?
O seu maior medo é...
Escrito por: Petrvs - 2008/2009
gostei do que li.
ResponderEliminarNum comentário bem ao jeito dos teus, devo começar por dizer o que há de mau com o teu texto.
ResponderEliminarAssim, no parágrafo introdutório, nota-se um desconhecimento das regras de escrita de numerais ordinais na língua portuguesa, uma vez que "11º" e "10º" lê-se, respectivamente, "onze graus" e "dez graus"; para ser lido "décimo primeiro" e "décimo", a escrita deveria ser desta forma: "11.º" e "10.º". O hífen e o acento no "o" na palavra "metaforicamente" são um tanto ou quanto disparatados! No texto propriamente dito, "os temas que mas me intrigavam" parece carecer de um "i" na palavra "mais". Além disso, segundo as regras da sintaxe da língua portuguesa, há alguma falta de vírgulas neste texto, como, por exemplo, em: "Soube do conceito de filosofia numa conversa com o amigo e mal soube que ia ter uma disciplina chamada de tal na escola, fiquei ansioso, porém os meus amigos filósofos alertaram-me para o sentido deturpado da filosofia na escola." Tanto a palavra "e" como, e sobretudo, a palavra "porém" deveriam aparecer entre vírgulas! Além disso, “o amigo” é porque só tens um ou deveria ser “um amigo”? Falta também na um espaço em "Porque é que" (deveria estar "Por que é que")! "Este troglodita" estaria certo se te estivesses a referir a um homem, mas sendo a tua professora do sexo feminino, deverias ter "Esta troglodita"! Em "como se tivesse a escrever" enganaste-te no verbo - usaste o ter em vez do estar, que estaria correcto! "Mias falia justificar as faltas de sexta" - aqui, denotam-se dois erros em palavras seguidas: "mais" e "valia". E, diga-se de passagem, "qeu" em vez de "que" também não é um erro muito digno de alguém tão superior! Continuando... "fazer estar porcarias" em vez de "fazer estas porcarias".
Concordo plenamente com muitas das coisas que aqui dizes, sem dúvida que temos um sistema de ensino viciado e em que não é valorizada nem incentivada a criatividade e a capacidade real dos alunos, porém esta não foi nem a forma nem o destinatário correcto para dizê-lo. Porque não enviar um texto mais bem fundado e sem acusações insultuosas e infantis, mostrando mesmo assim essa opinião para um jornal? Digo-te tudo isto porque, não duvidando das tuas capacidades criativas, denoto ainda em ti (neste texto e nos comentários que vi teus a textos do "letras no caminho") uma grande imaturidade e bastantes complexos de superioridade, que alimentas tentando inferiorizar os outros. Um pouco menos de narcisismo e uma boa dose de humildade poderiam fazer de ti verdadeiramente um filósofo! Cito-te Sócrates, um filósofo digno desse nome, "eu só sei que nada sei!" - esta afirmação de humildade, inferioridade e curiosidade, mostram que ele é verdadeiramente um sábio!
Vá, um abraço ;)
(não precisas de aceitar o comentário - se é que tens moderação de comentários - e está à vontade para o apagar - se não tiveres; a ideia é só perceberes que antes de apontares os dedo aos outros devias olhar para ti mesmo)
take care!
Em primeiro lugar, obrigado pelo elogio denotando um estilo de escrita próprio à minha pessoa.
ResponderEliminarAdmito a minha ignorância no primeiro ponto, as regras de escrita de numerais ordinais na língua portuguesa. Quantos aos erros como "mas" ao invés de "mais", "qeu" ao contrário de "que" e outras falhas do mesmo tipo, devo alegar que não é um erro por falta de conhecimento mas de teclas e, sendo assim, acho compreensível.
Quanto aos de pontuação, achei piada em copiar os próprios erros que cometi quando escrevi esse texto, transcrevendo-o exactamente igual ao que tinha escrito na altura como referi no 4.º parágrafo.
Nada do que possa fazer vai mudar o ensino, não fiz isto com um intuito evolucionário e revolucionário mas com um objectivo de ferir o destinatário, neste caso, a professora de filosofia. Acho que só uma pessoa com bastante imaturidade é que pensaria que isto serviria para alguma coisa a não ser para realização pessoal.
Não entendi a comparação entre a capacidade criativa e a imaturidade assim como com o complexo de superioridade. Sinceramente, acho que nem tu a percebeste porque, a seguir à relação, rematas dizendo que superando esses dois pontos, poderia ser um verdadeiro filósofo. São os filósofos as únicas pessoas criativas?
Eu não quero ser verdadeiramente um filósofo, estou-me nas tintas para isso!
Do mesmo autor, "conhece-te a ti mesmo". Eu não posso mentir a mim próprio, sou o que sou, nada mais nem nada menos.
Claro que aceito o comentário, seria imoral apagar qualquer coisa que seja. Cada um tem direito à sua opinião por muito bem fundada ou muito mal formada.
Petrvs
Ah, e o metafórica-MENTE é uma entrelinha. Estás desculpado por não teres entendido.
ResponderEliminarPetrvs
Boas,
ResponderEliminarPenso que uma atitude mesquinha foi dar a conhecer os erros de ortografia de um texto cujo o objectivo não era esse. Aliás, apesar de os erros qualquer pessoa não muito inteligente consegue perceber o que se quer dizer.
Agora referindo-me ao texto. Penso que a tua atitude é, de um modo geral, agressiva. Por um lado,a nossa atitude está relacionada com a nossa personalidade, maneira de ser, é aquilo que nos define e isso, é que nos torna nós próprios. Por outro lado, a nossa atitude nem sempre é a correcta em termos morais. Nós nem sempre temos razão e que devemos assumir isso por mais orgulhosos que sejamos. Atenção, não estou a dizer que não tenhas razão neste caso mas que talvez tenhas ido um bocado longe na maneira como abordas-te o assunto.
Não creio que sejas imaturo mas que faltou um bocado de respeito, apenas isso.
Apenas te digo isto porque penso que é um bom conselho para dar a um amigo. Não te teria dito isto caso não o fosses.
Penso que é preciso conhecer verdadeiramente uma pessoa para se dizer que tem "uma grande imaturidade e bastantes complexos de superioridade, que alimenta tentando inferiorizar os outros". Penso que a pessoa que disse o que acabei de citar, tivesse uma reacção de revolta ou outra coisa do género se tivesse enfrentado uma situação parecida, isto se fosses inteligente e não te conformasses com injustiças (falta de coragem ou ignorância).
Já agora, não me ponham a meter comentários a dizer os meus erros ortográficos, por favor!
Qualquer coisa que não percebam ou que não concordem não hesitem em dizer.
Cumps.
Olá.
ResponderEliminarNão considero a minha atitude agressiva mas sim atacante. A diferença parte da capacidade de me controlar face a estímulos que sugiram a agressão. O que quero dizer com isto é que o propósito do texto não foi prejudicar ninguém, até porque não me considero uma pessoa particularmente agressiva.
Tocaste num ponto interessante, o da moral. Não acho que exista uma moral universal mas uma moral independente e individual. Cada pessoa faz a sua distinção de bem e mal consoante as suas próprias vivências, a sua própria cultura e até mesmo a formação ou deformação do seu cérebro (herança genética). Estás assumir uma visão Kantiana que discordo totalmente. No final, acabaste por discordares de ti próprio com a frase: "é o que nos torna nós próprios". Ou seja, admitiste, em parte, que cada um constrói a sua moral, não podendo esta ser definida de boa ou má. Partindo deste princípio, o facto de achares que fui longe demais na maneira como abordei o assunto, apenas o torna numa opinião que não a minha. Seguindo o mesmo raciocínio, o respeito é também um bem variável e, sendo assim, mais uma vez, discordo da tua ideia de que fui desrespeitoso até porque todas as afirmações que escrevi no texto foram alimentadas por fundamentos e factos.
Quanto aos comentários da imaturidade e complexos de superioridade, não estou sequer preocupado com isso.
Abraço João.
Boas,
ResponderEliminarEu sei que o objectivo não era prejudicar ninguém mas ás vezes é preferível evitar ofender as pessoas. Isto porque se a nossa sociedade fosse como uma selva, as pessoas andavam a matar-se umas às outras vivendo só para o interesse pessoal.
Tens razão ao dizer que discordei de mim próprio, é verdade. A verdade é que não me expressei de uma forma correcta, o que pretendia dizer é que nem sempre aquela atitude que nos caracteriza, ou seja, a moral que para nós está correcta é a melhor a ser tomada. Isto porque o que está correcto para um pode não estar para outro e se cada pessoa tivesse uma moral independente e individual seria difícil estabelecer relações sociais e a nossa sociedade não teria significado.
Cumps
uma pequena correcção.
ResponderEliminar"... a moral que para nós está correcta nem sempre é a melhor a ser tomada."
Olá.
ResponderEliminarEu não sei onde me viste ofender alguém neste texto. Todas as críticas que fiz foram fundamentadas com base na razão. Não fiz injúrias ilógicas.
O facto de cada pessoa ter a sua moral não significa que não se tenha de respeitar as regras sociais. Ou seja, nós temos que adaptar os nossos comportamentos perante a nossa moral e o que nos rodeia para conseguirmos viver em conjunto, respeitando e sendo respeitados, balançando essa relação. Assim, a moral não deixa de ser individual e, sendo uma coisa racional, permite-nos viver em sociedade com "significado".
Concordo então quando dizes que a nossa moral pode não nos indicar o comportamento correcto. Temos de balançar com as regras da sociedade. Tomando o teu exemplo, se um homem mata tendo consciência as regras sociais e em mente que seria penalizado pelo seu acto, balançando assim a sua moral e as regras sociais, eu percebo perfeitamente a sua opção.
Sendo assim, não vejo o impedimento de viver em sociedade, tendo cada um a sua moral própria, e a relação com este caso particular.
Petrvs
Antes de mais, eu percebi perfeitamente que os erros eram gralhas e reli até o meu comentário e encontrei uma ou duas que eu também dei.
ResponderEliminarA referência ao filósofo foi porque tu, ao longo do texto, deste a entender quereres ser um (se bem que filósofo não é uma coisa que se almeje ser, mas que todos somos por natureza como seres racionais). Quando te disse que podias apagar o comentário não é por uma questão moral nem nada do género, é simplesmente porque aquele comentário não era propriamente um comentário ao texto mas uma mensagem a ti, por aquela que entendi ser a única forma de to dizer.
Noto com agrado, que, tendo aprendido a forma correcta de escrever os ordinais, mudaste isso imediatamente (aqui denotas curiosidade e vontade de aprender, o que é algo óptimo e fomenta a inteligência!)
Eu não quis estabelecer relação entre a capacidade criativa e a maturidade, mas sim dizer que tens aquilo que é essencial para ser filósofo (como me pareceu que querias) mas pareceu-me faltar alguma maturidade.
Aquilo que disse da falta de maturidade advém da inconveniência com que dizes as coisas (tanto à professora, como nos comentários que vi teus) e os complexos de superioridade, não sei se os tens, mas o que parece é que tens demasiada confiança em ti (o que nem sempre é mau, mas que te faz ser inconveniente muitas vezes).
Quanto ao que disse o João, eu não deixaria as coisas ficarem como estavam se fosse vítima de uma injustiça, mas também não era à professora que o ia dizer: uma carta bem fundamentada ao director de turma faz milagres no conselho de turma!
E, por fim, Petrvs, tenho de discordar contigo quando dizes que nada podes fazer para mudar o estado do ensino: quem percebe que ele está mal é quem tem que lutar pela mudança e cada um de nós pode fazer muito mais do que parece!
Bem, desculpa se falta alguma coisa que ficou sem resposta, se houver, diz, mas estou com um pouco de pressa, passo aqui em breve.
um abraço,
Nuno (;
Olá.
ResponderEliminarAntes de tudo, este texto foi uma brincadeira de criança. Partindo daí, todas as teorias revolucionárias e conspiratórias soam a gargalhada neste momento.
O director de turma soube da carta e não adiantou de nada mas também o propósito não era adiantar. A razão, no meu ponto de vista, é uma coisa a ser mostrada sem objectivo nenhum e foi exactamente isso que fiz.
Quanto à imaturidade complexos de superioridade, demasiada confiança e afins que, consciente ou inconscientemente, me apontas, vê a minha cara de preocupado :D
All right. Concordo que a razão deve ser mostrada mesmo sem objectivo. De qualquer forma, tudo o que te estou a dizer é que uma coisa destas podia ter algum efeito prático além de mostrar a razão. Digo isto pondo-me no lugar do DT, se visse esta carta tendo sido entregue a quem foi, talvez nem ligasse porque parecer-me-ia que o aluno, mesmo que tivesse razão, estaria a perdê-la, além de que se a carta não tinha sido dirigida a mim não me dizia respeito. Por outro lado, se tivesse sido dirigida a mim e não tivesse insultos nem coisas do género (e mantivesse sempre um nível respeitoso tanto a nível linguístico como prático), eu tê-la-ia em consideração.
ResponderEliminar(;